|
|
|
|
29 agosto, 2008
Epidemia de Calazar
"A leishmaniose ou calazar é uma doença causada por um protozoário (microorganismo) denominado Leishmania. Em algumas regiões também é conhecida por "doença de Bauru". Ela acomete cães, canídeos (lobos), roedores silvestres e o homem. Raramente os gatos são afetados. A transmissão ocorre através da picada de insetos específicos (Lutzomyia longipalpis) conhecidos no Brasil como mosquito-palha, birigüi e outros. leishmaniose apresenta-se no cão com sinais de emagrecimento progressivo, aumento do baço e fígado, crescimento exagerado das unhas e ferimentos na pele que nunca cicatrizam. Nem sempre todos esses sintomas estão presentes, e o animal pode ter leishmaniose sem manifestar sinal algum. Doenças de pele como a sarna negra podem ser confundidas com a forma cutânea do calazar. Por isso, apenas com exames laboratoriais é possível diagnosticar a leishmaniose. Somente o exame clínico pode levar a afirmações precipitadas. O tratamento nos cães existe e é utilizado a décadas em países europeus. No entanto, ele é caro, prolongado, exige o comprometimento total do proprietário do animal, e ainda há divergências quanto aos resultados. No Brasil, apenas alguns cães são tratados, e há resistência de orgãos públicos quanto a isso. A alegação é que animais que recebem tratamento podem continuar como reservatórios da doença após curados. Por esse motivo, o sacrifício dos doentes e portadores é indicado pela lei. Para acatar essa difícil medida legal, a eutanásia, o dono tem o direto de requerer a confirmação do exame positivo para leishmaniose, através de novos testes. Em caso positivo, a "carrocinha" não poderá, segundo a advogada Mônica Grimaldi, obrigar o dono a entregar o animal. Isso só acontecerá mediante ordem judicial. O proprietário também tem reservado o direito de entregar seu cão a um veterinário de confiança que proceda à eutanásia, caso ele decida por isso. Como medidas preventivas, a vacina contra a leishmaniose, desenvolvida no Brasil por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é comercializada em regiões onde a doença é comum. Os veterinários são orientados quanto a uso do produto que querer exame prévio para saber se o cão já está infectado. Se estiver, a vacina não terá valor, pois é preventiva, ela não irá curar o cão. Produtos repelentes que afastam os mosquitos e, portanto, impedem que o cachorro seja picado, também são eficazes para o controle da leishmaniose. Existe a coleira à base de deltametrina 4% (Scalibor), única recomendada pela Organização Mundial de Saúde para evitar a transmissão da doença. Ela protege o animal por 6 meses. Existem outros repelentes, na forma de talco, spray e gotas, que agem de forma similar, porém eles possuem período de proteção menor. Em todos os casos, o princípio ativo fica impregnado na pele e pelagem do cão, repelindo os insetos. O produto deve ser utilizado continuamente para garantir proteção ao animal. Um outro aspecto importante na prevenção da doença é o vetor, o "mosquito" que transmite a leishmaniose. Acabar com os cães doentes e portadores é uma medida ineficaz, se o transmissor continuar a existir. Diferente do "mosquito da dengue", o flebótomo (inseto que veicula a leishmaniose) não se reproduz exclusivamente na água, o que facilitaria o seu combate. As matas úmidas, margens de rios e locais com matéria orgânica (terrenos baldios com depósito de lixo), são os locais onde o inseto coloca seus ovos. De tamanho pequeno e hábitos noturnos, o "mosquito" transmissor da leishmaniose deve ser combatido de todas as formas: limpeza do terreno, evitar acúmulo de lixo, uso de inseticidas no ambiente e repelentes nos animais domésticos. Os cães suspeitos de leishmaniose devem ser submetidos a um exame de sangue específico que revelará ou descartará a doença através da pesquisa de anticorpos (sorologia). A biópsia/punção de medula ou linfonodos (gânglios), e o raspado das lesões da pele também são usados no diagnóstico. A cada dia os métodos têm se tornado mais confiáveis para a detecção da leishmania. Em regiões onde a leishmaniose pode ocorrer pela presença de fatores de risco (mosquito transmissor e cães/pessoas infectados), além do combate ao vetor, a vacinação dos animais e uso de repelentes são medidas preventivas importantes. Deve-se evitar que o cão doméstico fique solto a partir do final da tarde e tenha acesso a áreas como matagais, depósitos de lixo e terrenos baldios. " Essa informação peguei no site http://www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=leishma.htm Aqui são fotos da Cherry mostrando sua coleira de CALAZAR, hoje tomou a segunda vacina( são 3), ela passa o dia mole, toma um remedinho para dor e eu fico colada nela observando tudo! Mas o importante é ela esta segura e salva, porque a vida desses nossos amiguinhos valem ourooo, quem tem sabe o amor que sentimos! Cherry é minha modelinho, e aqui ela entra na campanha da vacinação ! Mostrando de lado![]() o veterinario pediu que nao tirasse a coleira nem para dar banho, pois nao é necessario, entao ela fica com ela o tempo inteiro !
postado às 11:00 por: Ale |
![]()
Meu bazar com a minha irma
(CE)
|